Os preços do ouro recuperaram o patamar dos 3.000 dólares nas primeiras negociações de terça-feira, enquanto os investidores continuam inquietos com a guerra comercial em curso e reagem à queda do dólar durante a noite. Crescem os receios de uma recessão nos EUA, o que está a levar os mercados a antecipar cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal mais agressivos do que os inicialmente previstos. Muitos já esperam quatro cortes de 25 pontos base ao longo do ano, uma perspetiva que está a pressionar o dólar. Após duas sessões de valorização, o dólar perdeu terreno esta manhã, o que acabou por apoiar os preços do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos. A pressão anterior sobre o ouro resultou da necessidade de alguns gestores de carteiras liquidarem posições longas em ouro para cobrir chamadas de margem nas suas posições em ações. No entanto, com alguma estabilização nos mercados acionistas, essas vendas forçadas abrandaram. Com a incerteza a continuar a dominar os mercados financeiros e as opções de política monetária da Reserva Federal a tornarem-se cada vez mais limitadas, o metal precioso poderá ter margem para continuar a subir.
Ricardo Evangelista – Analista Sénior, ActivTrades
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