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Morning Call - 08/01/2026 - Cautela antes do Payroll

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Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Produção Industrial
9:30 – USA – Demissões Anunciadas Challenger
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra
10:30 – USA – Balança Comercial
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta


Brasil

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Acompanhe o Pré-Market de NY: EWZ VALE PBR ITUB BBD BSBR

Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 MINDOLG2026

Produção Industrial: As projeções indicam crescimento nulo em novembro e na base anual, podendo se tornar o sexto mês consecutivo de estagnação, o que deve elevar o apelo para que o Copom comece a derrubar o juro em março.


Estados Unidos

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Os futuros das ações de Nova York — USA500, USATEC, USAIND e USARUS — operam em viés negativo nesta quinta-feira, marcando o segundo dia consecutivo de realização de lucros após os índices terem renovado máximas recentes.

Divulgado ontem, o relatório JOLTS reforçou a leitura de um mercado de trabalho norte-americano em compasso de espera: as vagas em aberto caíram mais do que o esperado em novembro, enquanto o ritmo de contratações também desacelerou, sinalizando um ambiente de “nem contrata, nem demite”.

Em contraste, a atividade do setor de serviços surpreendeu positivamente em dezembro, indicando que a economia dos EUA encerrou 2025 em uma posição ainda resiliente, o que dificulta uma leitura mais clara sobre o ritmo de afrouxamento monetário à frente.

No mercado cambial, Jack Janasiewicz, da Natixis, avaliou que: “A economia dos EUA segue bastante sólida. Grande parte do posicionamento vendido em dólar já foi construída, o que deve limitar uma desvalorização mais intensa da moeda. Ainda assim, moedas de mercados emergentes tendem a se beneficiar mais do que o euro ou o iene”.

Apesar de os traders seguirem precificando pelo menos dois cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo deste ano, o próprio Fed indicou em dezembro — em meio a um comitê dividido — que o cenário-base contempla apenas um corte em 2026. Para a reunião deste mês, a expectativa predominante é de manutenção das taxas.

No campo geopolítico, os mercados têm reagido de forma contida aos desdobramentos envolvendo a intervenção dos EUA na Venezuela, mantendo o foco principal nos indicadores econômicos. Na quarta-feira, autoridades americanas afirmaram que o país pretende controlar de forma indefinida as vendas e receitas de petróleo venezuelanas, com o objetivo de estabilizar a economia local, reconstruir o setor petrolífero e alinhar o país aos interesses estratégicos dos Estados Unidos.

Já no noticiário corporativo, às 4h23 (horário de Brasília), surgiram informações de que a China deve permitir o uso comercial do chip de inteligência artificial H200 da Nvidia, embora mantenha restrições para sua utilização por órgãos estatais e em infraestrutura crítica. A notícia foi bem recebida pelo mercado, impulsionando o Nasdaq no início do pregão.

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Europa

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As ações europeias — EURO50, UK100, GER40, GERMID50, FRA40, ESP35, ITA40 e SWI20 — ampliam as perdas nesta quinta-feira, em um movimento de ajuste após o forte desempenho observado no início do ano. Os traders reduzem exposição a risco diante do aumento das incertezas geopolíticas e permanecem cautelosos à espera do relatório de empregos Payroll dos Estados Unidos.

Minha Opinião: A correção ocorre de forma generalizada, sem um gatilho específico no radar, refletindo mais um processo de realização de lucros e reposicionamento de carteiras do que uma mudança estrutural no cenário econômico.


Ásia/Pacífico

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Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

Os mercados asiáticos encerraram a quinta-feira majoritariamente em queda, em um ambiente de cautela generalizada, com exceção do índice Kospi KOSPI, da Coreia do Sul, que conseguiu se manter no campo positivo, sustentado por ganhos nos setores de tecnologia, industrial e de saúde.

Mesmo com a ação fechando em baixa na sessão, a Samsung divulgou projeções bastante otimistas, estimando um crescimento de 300% no lucro operacional do quarto trimestre de 2026 em relação a 2025, alcançando um recorde histórico. A revisão positiva está ligada à forte demanda por chips de memória utilizados em servidores de inteligência artificial — segmento no qual a Samsung é líder global. No acumulado do último ano, as ações da empresa avançaram 155%, renovando máximas históricas ontem.

No Japão, o índice Nikkei NI225 caiu 1,6%, pressionado pela realização de lucros em empresas ligadas à inteligência artificial e pelo aumento das incertezas comerciais envolvendo a China. O SoftBank Group (-7,6%), um dos principais investidores domésticos em IA, liderou as perdas entre os gigantes, acompanhado pelo setor de semicondutores, como a Advantest Corp (-2,4%) e a Tokyo Electron (-4%), que haviam se beneficiado fortemente do rali recente.

Na China, o movimento foi amplamente negativo. Os principais índices — Shenzhen 399001, Hang Seng HSI, China A50 XIN9 e Shanghai 000001 — fecharam em queda, refletindo o sentimento mais defensivo observado em toda a região.

Apesar da correção recente, mais uma grande instituição financeira reforçou uma visão construtiva para o mercado chinês. O UBS projeta um crescimento de 14% nos lucros das empresas que compõem o índice MSCI China em 2026. Segundo Janice Hu, diretora do banco na China, “o mercado de Hong Kong continua bastante atrativo em 2026”.

Em Taiwan, o TWSE 50 TW50 recuou 0,7%, pressionado pelo setor de tecnologia, embora a gigante TSMC tenha conseguido encerrar a sessão em alta de 0,6%, ajudando a limitar perdas mais expressivas.

No Pacífico, o índice australiano ASX XJO registrou leve avanço, mesmo com o setor de mineração operando no campo negativo, em um movimento de rotação setorial.

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