Agenda de Indicadores:
9:00 – USA – Dados de Hipotecas
12:00 – USA – Vendas Pendentes de Moradias
14:00 – USA – PIB-Agora do Fed de Atlanta
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Início da sessão de julgamento da dirigente do Fed, Lisa Cook, na Suprema Corte dos EUA, acusada de fraude hipotecária. Jerome Powell, presidente do Fed (Vota), poderá presta depoimento em defesa de Cook
10:30 – USA – Presidente Donald Trump discursa na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça
Agenda de Balanços:
8:20 – USA – Johnson & Johnson
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 
MINDOLG2026
Estados Unidos

Os índices futuros de Nova York —
USA500,
USATEC,
USARUS e
USAIND — operam com leve viés positivo nesta quarta-feira, em um ambiente de cautela crescente antes do discurso do presidente Donald Trump no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Os mercados ainda digerem o ressurgimento dos temores de uma possível “venda da América”, movimento que ganhou força após os anúncios tarifários feitos no chamado “Dia da Libertação”, em abril do ano passado. Ontem, Wall Street sofreu uma queda superior a 2%, enquanto o dólar americano registrou sua maior desvalorização diária em mais de um mês, refletindo a redução da exposição estrangeira a ativos dos EUA.
O movimento de aversão ao risco impulsionou a busca por ativos de proteção. O ouro avançou mais de 2% e renovou máxima histórica, alcançando US$ 4.865 por onça.
Para Mantas Vanagas, economista sênior do Westpac, a narrativa de desmonte de posições em ativos americanos voltou a dominar o mercado. “A estratégia de vender produtos americanos foi o principal motor das oscilações recentes, à medida que investidores tentam reduzir sua exposição aos EUA, cada vez mais percebidos como um parceiro imprevisível, que adota políticas potencialmente contraproducentes”, afirmou.
Suprema Corte e Lisa Cook do Fed
O mercado acompanha de perto o chamado caso Lisa Cook, que envolve a possibilidade de afastamento da diretora do Federal Reserve e levanta questionamentos sensíveis sobre a independência da autoridade monetária dos Estados Unidos. Marcado para ter início às 12h de Brasília, a expectativa é saber se a Suprema Corte irá reafirmar a autonomia do banco central frente às pressões políticas ou se abrirá precedente para maior interferência do Poder Executivo.
O presidente do Fed, Jerome Powell, deve participar dos argumentos orais no Supremo, em horário ainda não definido.
Suprema Corte e Tarifas
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve entrar em recesso de quatro semanas a partir da próxima segunda-feira sem se manifestar sobre os recursos pendentes que contestam a maior parte das tarifas impostas ao longo do último ano. Com isso, uma eventual decisão só deverá ocorrer a partir de 20 de fevereiro.
Trump em Davos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarca nesta quarta-feira em Davos, na Suíça, onde deve intensificar a pressão para a aquisição da Groenlândia, apesar da forte resistência europeia — um movimento que aprofunda o maior desgaste das relações transatlânticas em décadas.
A expectativa é de que Trump domine a agenda do encontro anual do Fórum Econômico Mundial, ofuscando os debates tradicionais do evento. Na terça-feira, o presidente afirmou que terá reuniões em Davos especificamente sobre a Groenlândia e demonstrou otimismo quanto à possibilidade de um acordo.
“Acho que vamos chegar a um acordo que agrade tanto à OTAN quanto a nós. Mas precisamos disso por razões de segurança. Precisamos disso para a segurança nacional”, declarou Trump.
Segundo um funcionário da Casa Branca, o presidente também apresentará iniciativas voltadas à redução dos custos de moradia, destacará sua agenda econômica, que, segundo o governo, recolocou os Estados Unidos na liderança do crescimento global, e defenderá que EUA e Europa abandonem políticas que levaram à estagnação econômica.
Durante a visita, Trump deve se reunir separadamente com líderes da Suíça, Polônia e Egito, informou a Casa Branca.
Resultado da Netflix
A Netflix divulgou resultados acima das expectativas de receita e lucro, mas suas ações recuam mais de 5% no pré-mercado de Nova York, em meio às incertezas estratégicas envolvendo a disputa pela aquisição da Warner Bros Discovery.
A reação negativa do mercado ocorre apesar do bom desempenho operacional e reflete o momento sensível da empresa no front corporativo. Poucas horas antes da divulgação do balanço, a Netflix revisou os termos do acordo de fusão avaliado em US$ 82,7 bilhões com a Warner Bros Discovery, em uma tentativa de se proteger de uma oferta hostil liderada pela Paramount Skydance — movimento que acabou ofuscando os números do quarto trimestre.
Para Michael Ashley Schulman, da Running Point Capital Advisors, a reação do mercado não é inédita: “Historicamente, a Netflix não hesita em fazer o que considera correto para o crescimento de longo prazo, mesmo que isso provoque uma reação negativa no preço das ações no curto prazo. E parece que esse será novamente o caso.”
No período entre outubro e dezembro, a Netflix reportou receita de US$ 12,1 bilhões, acima da projeção média de US$ 11,97 bilhões. O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,56, levemente superior à estimativa de US$ 0,55.
O desempenho foi impulsionado principalmente pelo crescimento da base de assinantes, que ultrapassou 325 milhões de usuários pagos, frente a cerca de 300 milhões no fim de 2024. A audiência mensal da plataforma cresceu 10% em dezembro, beneficiada pelo encerramento da temporada final de Stranger Things, que acumulou cerca de 15 bilhões de minutos assistidos no período. Além disso, a empresa transmitiu dois jogos da NFL e lançou o terceiro filme da franquia “Entre Facas e Segredos” (Knives Out), ampliando o engajamento da plataforma.
Para 2026, a Netflix projetou receita anual entre US$ 50,7 bilhões e US$ 51,7 bilhões. No limite inferior, o guidance ficou abaixo da estimativa de consenso do mercado, de US$ 50,98 bilhões, o que também contribuiu para a pressão sobre as ações.
A projeção incorpora uma duplicação da receita publicitária em relação ao ano anterior. Segundo o diretor financeiro Spencer Neumann, o segmento de anúncios deve alcançar cerca de US$ 3 bilhões, consolidando-se como um vetor cada vez mais relevante no modelo de negócios da companhia.

Europa

As ações europeias —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — recuam pelo quarto pregão consecutivo nesta quarta-feira, em um ambiente de cautela generalizada, enquanto os traders aguardam o discurso do presidente Donald Trump no Fórum Econômico Mundial, evento que pode tanto aliviar quanto intensificar as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a Europa.
O mercado europeu segue pressionado pela combinação de incertezas geopolíticas, risco de novas tarifas e pelo receio de uma deterioração mais profunda das relações transatlânticas, o que tem levado os traders a reduzir exposição a ativos de risco.
Para Chris Weston, chefe de pesquisa da Pepperstone, o ponto-chave do pregão é a reação dos investidores às quedas recentes. “A questão fundamental é saber se os compradores que costumam aproveitar os recuos vão entrar para sustentar o mercado ou se surgirão novos desenvolvimentos que justifiquem uma redução adicional do risco”, afirmou.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quarta-feira sem direção única, com os índices chineses — Shenzhen
399001, Hang Seng
HSI, China A50
XIN9 e Shanghai
000001 — registrando ganhos sustentados pela retomada do apetite por ações de tecnologia e mineradoras ligadas a metais preciosos.
As empresas chinesas de inteligência artificial avançaram, em média, 2,2%, recuperando parte das perdas acumuladas nas três sessões anteriores, enquanto o setor de semicondutores subiu 3,7%. Em Hong Kong, as principais empresas de tecnologia ganharam 1,1%. Já as mineradoras de metais não ferrosos tiveram alta expressiva de 2,9%, beneficiadas pela valorização dos metais preciosos no mercado internacional.
No Japão, o índice Nikkei
NI225 recuou 0,4%, marcando o quinto pregão consecutivo de queda — a sequência negativa mais longa em cerca de um ano. Segundo Kazuaki Shimada, da IwaiCosmo Securities, os traders começaram a testar o mercado com compras pontuais após as perdas recentes, em uma tentativa de defender o nível psicológico dos 52 mil pontos.
No mercado de renda fixa, os títulos do governo japonês apresentaram recuperação após a forte pressão observada na véspera. O rendimento dos JGBs de 30 anos caiu 16,5 pontos-base, para 3,71%, enquanto o yield do título de 10 anos recuou 6 pontos-base, para 2,28%, depois de ter alcançado a máxima em 27 anos na terça-feira.

Entre os demais mercados da região, o Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, avançou 0,5%. Já o TWSE 50
TW50, de Taiwan, caiu 1,6%, enquanto o ASX
XJO, da Austrália, recuou 0,4%.
9:00 – USA – Dados de Hipotecas
12:00 – USA – Vendas Pendentes de Moradias
14:00 – USA – PIB-Agora do Fed de Atlanta
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Início da sessão de julgamento da dirigente do Fed, Lisa Cook, na Suprema Corte dos EUA, acusada de fraude hipotecária. Jerome Powell, presidente do Fed (Vota), poderá presta depoimento em defesa de Cook
10:30 – USA – Presidente Donald Trump discursa na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça
Agenda de Balanços:
8:20 – USA – Johnson & Johnson
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York —
Os mercados ainda digerem o ressurgimento dos temores de uma possível “venda da América”, movimento que ganhou força após os anúncios tarifários feitos no chamado “Dia da Libertação”, em abril do ano passado. Ontem, Wall Street sofreu uma queda superior a 2%, enquanto o dólar americano registrou sua maior desvalorização diária em mais de um mês, refletindo a redução da exposição estrangeira a ativos dos EUA.
O movimento de aversão ao risco impulsionou a busca por ativos de proteção. O ouro avançou mais de 2% e renovou máxima histórica, alcançando US$ 4.865 por onça.
Para Mantas Vanagas, economista sênior do Westpac, a narrativa de desmonte de posições em ativos americanos voltou a dominar o mercado. “A estratégia de vender produtos americanos foi o principal motor das oscilações recentes, à medida que investidores tentam reduzir sua exposição aos EUA, cada vez mais percebidos como um parceiro imprevisível, que adota políticas potencialmente contraproducentes”, afirmou.
Suprema Corte e Lisa Cook do Fed
O mercado acompanha de perto o chamado caso Lisa Cook, que envolve a possibilidade de afastamento da diretora do Federal Reserve e levanta questionamentos sensíveis sobre a independência da autoridade monetária dos Estados Unidos. Marcado para ter início às 12h de Brasília, a expectativa é saber se a Suprema Corte irá reafirmar a autonomia do banco central frente às pressões políticas ou se abrirá precedente para maior interferência do Poder Executivo.
O presidente do Fed, Jerome Powell, deve participar dos argumentos orais no Supremo, em horário ainda não definido.
Suprema Corte e Tarifas
A Suprema Corte dos Estados Unidos deve entrar em recesso de quatro semanas a partir da próxima segunda-feira sem se manifestar sobre os recursos pendentes que contestam a maior parte das tarifas impostas ao longo do último ano. Com isso, uma eventual decisão só deverá ocorrer a partir de 20 de fevereiro.
Trump em Davos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarca nesta quarta-feira em Davos, na Suíça, onde deve intensificar a pressão para a aquisição da Groenlândia, apesar da forte resistência europeia — um movimento que aprofunda o maior desgaste das relações transatlânticas em décadas.
A expectativa é de que Trump domine a agenda do encontro anual do Fórum Econômico Mundial, ofuscando os debates tradicionais do evento. Na terça-feira, o presidente afirmou que terá reuniões em Davos especificamente sobre a Groenlândia e demonstrou otimismo quanto à possibilidade de um acordo.
“Acho que vamos chegar a um acordo que agrade tanto à OTAN quanto a nós. Mas precisamos disso por razões de segurança. Precisamos disso para a segurança nacional”, declarou Trump.
Segundo um funcionário da Casa Branca, o presidente também apresentará iniciativas voltadas à redução dos custos de moradia, destacará sua agenda econômica, que, segundo o governo, recolocou os Estados Unidos na liderança do crescimento global, e defenderá que EUA e Europa abandonem políticas que levaram à estagnação econômica.
Durante a visita, Trump deve se reunir separadamente com líderes da Suíça, Polônia e Egito, informou a Casa Branca.
Resultado da Netflix
A Netflix divulgou resultados acima das expectativas de receita e lucro, mas suas ações recuam mais de 5% no pré-mercado de Nova York, em meio às incertezas estratégicas envolvendo a disputa pela aquisição da Warner Bros Discovery.
A reação negativa do mercado ocorre apesar do bom desempenho operacional e reflete o momento sensível da empresa no front corporativo. Poucas horas antes da divulgação do balanço, a Netflix revisou os termos do acordo de fusão avaliado em US$ 82,7 bilhões com a Warner Bros Discovery, em uma tentativa de se proteger de uma oferta hostil liderada pela Paramount Skydance — movimento que acabou ofuscando os números do quarto trimestre.
Para Michael Ashley Schulman, da Running Point Capital Advisors, a reação do mercado não é inédita: “Historicamente, a Netflix não hesita em fazer o que considera correto para o crescimento de longo prazo, mesmo que isso provoque uma reação negativa no preço das ações no curto prazo. E parece que esse será novamente o caso.”
No período entre outubro e dezembro, a Netflix reportou receita de US$ 12,1 bilhões, acima da projeção média de US$ 11,97 bilhões. O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,56, levemente superior à estimativa de US$ 0,55.
O desempenho foi impulsionado principalmente pelo crescimento da base de assinantes, que ultrapassou 325 milhões de usuários pagos, frente a cerca de 300 milhões no fim de 2024. A audiência mensal da plataforma cresceu 10% em dezembro, beneficiada pelo encerramento da temporada final de Stranger Things, que acumulou cerca de 15 bilhões de minutos assistidos no período. Além disso, a empresa transmitiu dois jogos da NFL e lançou o terceiro filme da franquia “Entre Facas e Segredos” (Knives Out), ampliando o engajamento da plataforma.
Para 2026, a Netflix projetou receita anual entre US$ 50,7 bilhões e US$ 51,7 bilhões. No limite inferior, o guidance ficou abaixo da estimativa de consenso do mercado, de US$ 50,98 bilhões, o que também contribuiu para a pressão sobre as ações.
A projeção incorpora uma duplicação da receita publicitária em relação ao ano anterior. Segundo o diretor financeiro Spencer Neumann, o segmento de anúncios deve alcançar cerca de US$ 3 bilhões, consolidando-se como um vetor cada vez mais relevante no modelo de negócios da companhia.
Europa
As ações europeias —
O mercado europeu segue pressionado pela combinação de incertezas geopolíticas, risco de novas tarifas e pelo receio de uma deterioração mais profunda das relações transatlânticas, o que tem levado os traders a reduzir exposição a ativos de risco.
Para Chris Weston, chefe de pesquisa da Pepperstone, o ponto-chave do pregão é a reação dos investidores às quedas recentes. “A questão fundamental é saber se os compradores que costumam aproveitar os recuos vão entrar para sustentar o mercado ou se surgirão novos desenvolvimentos que justifiquem uma redução adicional do risco”, afirmou.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quarta-feira sem direção única, com os índices chineses — Shenzhen
As empresas chinesas de inteligência artificial avançaram, em média, 2,2%, recuperando parte das perdas acumuladas nas três sessões anteriores, enquanto o setor de semicondutores subiu 3,7%. Em Hong Kong, as principais empresas de tecnologia ganharam 1,1%. Já as mineradoras de metais não ferrosos tiveram alta expressiva de 2,9%, beneficiadas pela valorização dos metais preciosos no mercado internacional.
No Japão, o índice Nikkei
No mercado de renda fixa, os títulos do governo japonês apresentaram recuperação após a forte pressão observada na véspera. O rendimento dos JGBs de 30 anos caiu 16,5 pontos-base, para 3,71%, enquanto o yield do título de 10 anos recuou 6 pontos-base, para 2,28%, depois de ter alcançado a máxima em 27 anos na terça-feira.
Entre os demais mercados da região, o Kospi
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